sábado, 18 de fevereiro de 2017

UNHAS SEM PINTURA FICAM LEGAIS TAMBÉM

Saí um pouco fora dos assuntos deste blog e achei por bem mostrar como estão minhas unhas, após cinco meses sem manicure.
Uma decisão que aconteceu devido a uma iridrose que tive nas mãos e nos pés. Enquanto realizava o tratamento achei por bem não mexer nas cutículas nem usar esmaltes.
Aí, fui vendo minha unha crescer e a cutícula também. Ficaram horríveis, quase tive um troço. Só que o tempo foi passando e comecei a ver minha unha ao natural - havia mais de dez anos que eu ia à manicure fazer minhas unhas, semanalmente - . A unha foi ganhando a cor dela mesmo, as cutículas foram aos pouquinhos afinando.

E, hoje, eu posto aqui duas fotos de como as unhas estão. Sem dúvida, unhas pintadas com esmaltes lindos ficam maravilhosas. O efeito é bastante positivo. J'adore!
Por enquanto vou mantê-las assim sem pintar e sem tirar as cutículas. Sempre lixando e cortando. Cuidar e limpar. Não pode ser diferente. Vamos ver como ficam.
Logo que parei de ir à manicure, as unhas ficaram descamando, mas agora não. Elas estão boas e gosto do efeito.


quarta-feira, 9 de novembro de 2016

MEDO


Sinto medo e uma grande tristeza em relação ao caminho que segue a humanidade...
E o pior é que algumas pessoas próximas nem estão se dando conta do que pensam e falam. Repetem como papagaios o que leem nas redes sociais e o que ouvem de outras pessoas convictas da certeza do que pensam ser certo.

Sinto medo quando leio em alguns jornais determinados políticos se manifestarem como se fossem "os cheios de razão". E alguns amigos concordam com estes tipos.

Sinto medo do preconceito escancarado, mais do que o velado. Sinto medo do extremismo da direita e do radicalismo cego de quem não ouve ninguém.

Sinto medo quando vejo alguém deixar um lixo cair no chão e não pegar; mais medo ainda sinto quando ouço alguém que não se importa de jogar um guarda-chuva velho no rio ou aqueles que jogam papel higiênico no vaso da privada, sem ao menos entender que aquilo vai direto para as águas dos rios.

Sinto medo das pessoas e do mundo. Sinto medo do caminho que segue a humanidade.

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

CARTA DA TERRA



Para refletir

PREÂMBULO
(...)
Para seguir adiante, devemos reconhecer que, no meio de uma magnífica diversidade de culturas e formas de vida, somos uma família humana e uma comunidade terrestre com um destino comum. Devemos somar forças para gerar uma sociedade sustentável global baseada no respeito pela natureza, nos direitos humanos universais, na justiça econômica e numa cultura da paz.
(...)


Isto é só um pedacinho dela...


quarta-feira, 31 de agosto de 2016

LUTO


SALVE A PLUTOCRACIA!!!

SALVE A CLEPTOCRACIA!!!

QUE PENA, VIOLENTOU-SE A DEMOCRACIA!

QUAL O PROBLEMA?

NINGUÉM SE IMPORTA, NÃO É MESMO

ESTOU UM POUCO TRISTE. 

AGORA, NÃO TEM MAIS JEITO

QUE PENA!!!

QUEM VIVER VERÁ...

terça-feira, 2 de agosto de 2016

INFÂNCIA - MINHA HISTÓRIA - Continuação



O gato – de quem falei antes - era filhote e se chamava Mescalito. O nome de um personagem do livro de Carlos Castañeda, chamado A Erva do Diabo. Era um dos autores mais lidos nos anos 80.
Nesse morrinho, perdi um crucifixo e a corrente, ambos de prata. Eu estimava muito essa joia. Senti muita tristeza, por isso.
O pé de limão ficou grande e bonito. Meu pai dizia que um homem precisava escrever um livro, ter filhos e plantar uma árvore. Ele plantou o pé de limão, teve três filhos com minha mãe e que eu saiba não escreveu nenhum livro.
- Na vida, nem tudo acontece como nós prevemos.
O quintal era o nosso mundo de criança. Corríamos para lá e para cá.
Minha irmã, mais bebê, colocou um botão da flor de limão dentro do nariz, minha mãe teve de sair correndo pra conseguir que ela o colocasse para fora. E lembro foi difícil ela entender o movimento de expulsar que precisaria fazer com as narinas.
Em frente ao muro da casa, havia um poço. Em que as pessoas da vila e às vezes da rua em frente apanhavam água com uma lata presa a um pau. Faltava água da rua, por vezes.
E esse momento de falta d'água se tornava um momento de prosa afiada entre as pessoas. Muito bom! Tudo, em minha lembrança, era muito bom.
Outro dia vi uma foto desse quintal.
 Minha irmã, naquela época, pequenininha, em pé. E por trás dela, no fundo da foto, a gente vê a Malharia Águia. Uma fábrica de maiôs, com fama internacional. Não está mais localizada ali, mas ainda existe.
Uma época de glamour. As misses – daqueles concursos de miss - vinham de longe fazer prova dos maiôs. Tiravam fotos para revistas. E nós - os moradores daqui de perto - ficávamos olhando, com o maior gosto.
No morrinho de saibro, eu ficava brincando. Havia umas aranhas não perigosas, eu acho. Elas entravam em um buraco na terra e o cobriam com uma espécie de teia mais consistente. Ficava uma tampinha na terra.
Ali, conheci também aqueles tatuzinhos, não sei se lembram ou se conhecem. Uns pequeninos que fechados ficam iguais a uma bolinha preta. Nunca mais os vi. Bem pequeninos mesmo.
Ah! as contas da planta chamada popularmente como lágrimas de Nossa Senhora! Nesse nosso quintal tinha um pé. Fazia colares com as contas. Agulha, fio de nylon. Furava a bolinha e passava o fio de nylon. Depois fechava, com um nó.
As mulheres sempre costumam costurar, tecer os fios da vida. Montar os colares, conta por conta. Arrumar as bolinhas, escolher as cores entre os tons de verde. Textura. Tecido. Vida contada.
Conheci as lesmas, moles, nojentas, babavam as plantas e o muro. As crianças, sem ainda noção do que é mesmo mal, cometem algumas maldades (inocentes!!). Em um certo dia, fiz um experimento: joguei água fervendo sobre uma lesma, grande. Gorda. Comia pedaços de uma planta.
- Nossa! A lesma se desintegrou. Começou a abrir do lado. Encolher e virou uma coisa esquisita, seca.
Ai, que horror! Não me senti bem com aquilo. Talvez tenha entendido o que não era bom. O que não se devia fazer. Chorei e pedi perdão a Deus. Minha mãe me orientou, é lógico!

(Depois, continuo...)

sábado, 30 de julho de 2016

INFÂNCIA - MINHA HISTÓRIA


Outro dia senti saudades do quintal de minha casa, da casa em que nasci. De antes (bem antes) das reformas feitas por meus pais. Reformas necessárias, pois a família aumentou.
Senti saudades do quarto apertado em que ficávamos. Três camas. A casa tinha dois quartos apenas. Éramos três (meu irmão, eu e minha irmã). Nessa ordem mesmo de chegada ao mundo.
O quintal era pequeno, com chão de terra. Um murinho e um portão de uma pessoa só.
Casa de vila. Assim como essas casas para os trabalhadores de uma fábrica. Todas iguais. Viradas uma de frente para a outra. Como se sorrissem sempre umas para as outras. Como se assistissem a hora de dormir, a hora de acordar, a hora de se fechar. Umas das outras.
A vila, vazia de carros. Naquela época, os carros eram poucos. Apenas um vizinho que trabalhava na Vulcan - fábrica de plástico - tinha uma kombi.
Atrás de nossa casa havia um morrinho, morrinho mesmo. Em que meu pai plantara um pé de limão. Nesse morrinho, mais tarde, enterrei meu gato.
Todo de saibro, o morrinho se prestava às nossas brincadeiras. Fiz até um cantinho para uma Nossa Senhora. Um lugar de reza. Meu, só meu.
Brincávamos de ferrinho. Uma brincadeira em que jogávamos o ferrinho no chão de terra para fincar e íamos riscando de um ponto a outro. Quem deixasse o ferrinho cair na hora de fincar, dava a vez para o outro. Ganhava quem desse a volta e chegasse primeiro ao ponto de partida. Fechando assim o circuito.
Acho que enterramos nosso cachorro no morrinho também. O Tobby.

(Depois, continuo...)

terça-feira, 26 de julho de 2016

A ONDA

Olá! Às vezes preciso falar com você que por ventura lê este blog. Engraçado como sinto falta de escrever aqui.

Sei que outras vezes paro um pouco, sabe, só que quando algo parece me incomodar no coração e uma vontade doida de dizer, venho aqui e digo.

Assisti, nesse final de semana, ao filme A ONDA, direção de Denis Gansel. Filme alemão, lançado em 2008. Ficção baseada em fatos.

Pequena sinopse, copiada do site adorocinema:

"Baseado no romance "The Wave" de Todd Strasser (sob o pseudônimo de Morton Rhue), uma história de ficção, mas que foi baseada em fatos. Em abril de 1967, em uma escola de ensino médio em Palo Alto, na Califórnia, o professor Ron Jones fez o experimento mostrado no filme com os seus alunos, e o chamou de "Third Wave"."
É impactante, sim. A estratégia pedagógica serviria de exemplo, se não fosse as consequências desastrosas. Vale pela possibilidade de reavaliar as práticas docentes. Vale também pelos conceitos filosóficos de algumas situações vividas pela humanidade.

É bom. Principalmente, para quem vive a sala de aula. Vale muito a pena!

Um link para o trailler:




sexta-feira, 22 de julho de 2016

CÁLCULO DE LOMBADAS DE LIVROS


 Olhem só! Encontrei na Web, no link abaixo:

http://www.portalchambril.com.br/index.php/br/area-do-grafico/calculadora


uma forma de calcular  largura de lombadas de livros a serem publicados.

A meu ver, pode ser bastante útil.


Grande Suzano Papel e Celulose!

sexta-feira, 17 de junho de 2016

VAL-ZINE - UM ZINE DO VALPARAÍSO


Dez de junho! Dia da Língua Portuguesa e dia de lançar o VAL-ZINE

Um jornalzinho do Valparaíso com muitas histórias e histórias. Sejam em fotos, em contos, crônicas e poesias.

Vejam a foto da primeira página: VOILÁ!! Aí está. Falarei dele mais tarde. Até

  A angústia de um pesar      Durante a madrugada me vieram lembranças. Um tanto quanto estranha a minha alma estava que, ...